Essa é a letra de uma grande "gama" de músicas, poemas, textos, bla bla bla...
Mas falando abertamente, alguém sabe quando realmente perdeu a inocência? E não, não estou falando nessa inocência, até por que, mesmo depois de ter conhecido, digamos assim, as mulheres à fundo, eu continuava inocente.
Quando era pequeno (considere o primeiro e o segundo grau) eu obviamente me apaixonei (ok, não foi paixão, mas aquela coisa de "escola") por várias coleguinhas, amigas, etc. Mas o que me impedia de ficar com algumas (grande maioria) delas?
Hoje eu acho que era a minha inocência. Hoje eu tenho a cara de pau de chegar na mulher que eu quiser, porque sei que na pior das hipóteses ela vai virar, me olhar de cima à baixo e dizer: "Pfffff". (Ou dizer que tem namorado! Valeu Ana!) E mesmo assim me sinto estranho ao conversar com digamos, mais que duas ou três mulheres por noite, sei lá, parece desespero, aquele tipo de coisa "hoje preciso pegar alguem!".
Com essa "corrente" chamada inocência nos segurando, tudo é mais difícil. Um "não" na quinta-série é quase uma avalanche se comparado à um não hoje.
Eu não lembro quando eu perdi essa inocência, não lembro quando eu cruzei essa "linha" que nunca mais voltaria. Na verdade eu nem sabia que linha era essa. Foi-se.
Sinto falta de algumas coisas, alguns pensamentos e alguns sentimentos daquela epóca, não me pergunte.
Ok, isso já esta começando a ficar meio gay.
Vou pro pub achar minha "inocência" perdida em algum decote.
Ou não.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
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